domingo, 3 de outubro de 2010

O Grivo

O Grivo foi criado em 1990 por Marcos Moreira Marcos & Nelson Soares.


O Grivo é Nelson Soares e Marcos Moreira Marcos, ambos com formação musical. O trabalho de O Grivo abrange concertos, instalações e performances, com variadas perspectivas de improvisação, e utilização de equipamentos eletrônicos em áudio e vídeo.
Além das performances ao vivo, O Grivo compôe trilhas para cinema, vídeo, dança e instalações em colaboração com artistas como Cao Guimarães, Lucas Bambozzi, Rivane Neuenschwander, Valeska Soares, Alejandro Ahmmed, Adriana Banana e Rodrigo Pederneiras. No momento o GRIVO trabalha na concepção sonora de um projeto da bailarina Thembi Rosa, parceira do grupo em outras ocasiões, e na captação e trilha de filmes.

O trabalho de O Grivo, em suas próprias palavras, pesquisa e aprofunda temas e campos tais como a "espacialização, a disposição e o movimento do som no espaço, a improvisação, a ampliação do repertório de timbres (acústicos, eletrônicos e eletroacústicos), a mecanicidade e a aleatoriedade, o minimalismo (John Cage e Morton Feldman), a transparência da forma, a atenção para todas as particularidades dos sons e ouvido curioso".
 http://www.youtube.com/watch?v=xvwsmW9CEsU

Fonte:
http://entretenimento.uol.com.br/

Abraham Palatnik

Abraham Palatnik (Natal, 19 de fevereiro de 1928) é um artista plástico brasileiro. É um dos pioneiros e a maior referência em arte cinética no Brasil. Suas obras contêm instalações elétricas que criam movimentos e jogos de luzes.

 

De família de origem judia e russa, estudou pintura, desenho, história e filosofia da arte na mesma época em que fazia um curso de motores a explosão na antiga Palestina, atual Israel.
De volta ao Brasil, em 1948, integrou o primeiro núcleo de artistas abstratos do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou suas pesquisas no campo da luz e do movimento, responsáveis por seu reconhecimento como um dos pioneiros da Arte cinética, após a menção especial do júri internacional, na I Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.


Integrou o Grupo Frente, aproximando-se da poética visual dos concretos e neoconcretos. Desde então, vem desenvolvendo um trabalho que une pesquisa visual e rigor matemático. Suas obras integram coleções particulares e importantes museus europeus e norteamericanos.
Vive no Rio de Janeiro.


Fonte:
http://pt.wikipedia.org/

Alexander Calder

Filho de escultora e pintor, nascido nos Estados Unidos da América, Alexander Calder quando criança fazia seus próprios brinquedos. Formou-se em engenharia e antes de se dedicar à escultura foi pintor e ilustrador.


Em 1926 , após visitar a Grã-Bretanha, fixou-se em Paris, onde conheceu surrealistas, dadaístas . Construiu um circo em miniatura, com animais de madeira e arame. Os seus “espetáculos” eram assistidos por artistas e intelectuais. Fez, também em arame, as suas primeiras esculturas:Josephine Baker (1926),Romulu and Remus (1928), Spring (1929).


Em 1933 Calder voltou aos Estados Unidos. Em 1948 viajou à América do Sul e de novo em 1959 . Nessa última ocasião, visitou o Brasil, onde expôs no Museu de Arte de São Paulo.

Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidos entre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer de Marcel Duchamp, “é a sublimação de uma árvore ao vento”.

Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o mobile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tours, e embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/

Lygia Clark

 Lygia Clark(Belo Horizonte,  31 de outubro de 1920 -Rio de Janeiro,25 de Abril de 1988) foi uma pintora e escultora brasileira contemporânea que auto-intitulava-se "não-artista".

A artista dedica-se ao estudo de escadas e desenhos de seus filhos, assim como realiza os seus primeiros óleos. Após sua primeira exposição individual, no Institut Endoplastique, em Paris, no ano de 1952, a artista retorna ao Rio de Janeiro e expõe no Ministério da Educaçao e Cultura. 
Lygia Clark é  em 1954 dedica-se ao estudo do espaço e da materialidade do ritmo,  e apresenta as suas “Superfícies Moduladas, 1952-57” e “Planos em Superfície Modulada, 1956-58”. Estas séries caminhavam para longe do espaço claustrofóbico da moldura, queriam estar livres.
planos em superficie

Em 1959, integra a I Exposição de Arte Neoconcreta, assinando o Manifesto Neoconcreto. Clark propõe com a sua obra, que a pintura não se sustenta mais em seu suporte tradicional. Procura novos vôos. Nas “Unidades, 1959”, moldura e “espaço pictórico” se confundem, um invadindo o outro, quando Clark pinta a moldura da cor da tela.

As obras querem ganhar o espaço. O trabalho com a pintura resulta na construção do novo suporte para o objeto. Destas novas proposições nascem os “Casulos, 1959”. Feitos em metal, o material permite que o plano seja dobrado, assumindo uma busca da tridimensionalidade pelo plano, deixando-o mais próximo do próprio espaço do mundo. Em 1960, Lygia cria a série “Bichos”: esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças, que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmeras formas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal. Com esta série, Clark torna-se uma das pioneiras na arte participativa mundial. Em 1961, ganha o prêmio de melhor escultura nacional na VI Bienal de São Paulo, com os “Bichos”.

Lygia Clark deixa de lado a matéria dura (a madeira), passa pelo metal flexível dos “Bichos” e chega à borracha na “Obra Mole, 1964”. A transferência de poder, do artista para o propositor, tem um novo estágio em “Caminhando, 1964”. Cortar a fita significava, além da questão da “poética da transferência”, desligar-se da tradição da arte concreta, já que a “Unidade Tripartida, 1948-49”, de Max Bill, ícone da herança construtivista no Brasil, era constituída simbolicamente por uma fita de Moebius. Esta fita distorcida na “Obra Mole” agora é recortada no “Caminhando”. Era uma situação limite e o início claro de num novo paradigma nas Artes Visuais brasileiras. O objeto não estava mais fora do corpo, mas era o próprio “corpo” que interessava a Lygia.

A trajetória de Lygia Clark faz dela uma artista atemporal e sem um lugar muito bem definido dentro da História da Arte. Tanto ela quanto sua obra fogem de categorias ou situações em que podemos facilmente embalar; Lygia estabelece um vínculo com a vida, e podemos observar este novo estado nos seus "Objetos Sensoriais, 1966-1968”: a proposta de utilizar objetos do nosso cotidiano (água, conchas, borracha, sementes), já aponta no trabalho de Lygia, por exemplo, para uma intenção de desvincular o lugar do espectador dentro da instituição de Arte, e aproximá-lo de um estado, onde o mundo se molda, passa a ser constante transformação.

Em 1976, Lygia Clark volta definitivamente  ao Brasil em 1976 e inicia uma nova fase com fins terapêuticos, com uma abordagem individual para cada pessoa, usando os “Objetos Relacionais": na dualidade destes objetos (leves/pesados, moles/duros, cheios/vazios), Lygia trabalha o “arquivo de memórias” dos seus pacientes, os seus medos e fragilidades, através do sensorial.



Em 1981, Lygia diminui paulatinamente o ritmo de suas atividades. Em 1983 é publicado, numa edição limitada de 24 exemplares, o “Livro Obra", uma verdadeira obra aberta que acompanha, por meio de textos escritos pela própria artista e de estruturas manipuláveis, a trajetória da obra de Lygia desde as suas primeiras criações até o final de sua fase neoconcreta. A exposição constitui a única grande retrospectiva dedicada a Lygia Clark ainda em atividade artística. Em abril de 1988, Lygia Clark falece.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/
http://www.lygiaclark.org.br/

IDEO (design and innovation consultancy)

IDEO é uma consultoria em design e inovação,tendo seus escritórios principais em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos e com outros escritórios em San Francisco, Chicago, Nova York, Boston, Londres, Munique e Xangai. A empresa ajuda a projetar produtos, serviços, ambientes e experiências digitais.  Além disso, a empresa tornou-se cada vez mais envolvidos em consultoria de gestão .IDEO foi formada em 1991 pela fusão de três empresas de design criada: David Kelley Design (fundada por David Kelley, que também é professor na Universidade de Stanford), ID Dois (fundada por Bill Britain's Moggridge) e Matriz de Design de Produto (fundada por Mike Nuttall) . Steelcase fabricante de Mobiliário de escritório usado para adquirir participação majoritária na empresa , mas está girando fora da filial através de um programa de cinco anos management buy-back, que começou em 2007 [4]. A fundadores das empresas antecessoras ainda estão envolvidos na empresa. O atual CEO é Tim Brown.A empresa emprega aproximadamente 550 pessoas nas disciplinas de fatores humanos, engenharia mecânica, elétrica e software, desenho industrial e design de interação. IDEO já trabalhou em milhares de projectos para um grande número de clientes no computador do consumidor, médicos , móveis, brinquedos, escritório e indústria automotiva. Exemplos notáveis são o primeiro mouse da Apple, segundo rato da Microsoft, o PDA Palm V ea cadeira Steelcase Leap. Principais clientes (em 2004) incluiu a Procter & Gamble, PepsiCo, a Microsoft, a Eli Lilly, e Steelcase.Em 1999, a empresa foi o tema da "Deep Dive" episódio do Nightline, da ABC, que redesenhou um carrinho de compras em cinco dias. Em 2001, o gerente geral da IDEO Tom Kelley escreveu A Arte da Inovação, e mais recentemente, Os Dez Faces da Inovação.IDEO foi apresentado no documentário design 2009 "coisificados".IDEO ganhou mais do / BusinessWeek IDSA Industrial Design Excellence Awards que qualquer outra empresa. IDEO foi classificado no top 25 empresas mais inovadoras pela BusinessWeek e faz trabalhos de consultoria para as outras 24 empresas no top 25.

Delft University of Technoloy

Delft University of  Technoloy é uma universidade muito importante localizada na Holanda.Essa unversidade possui oito cursos superiores: engenharia aeroespacial (AE), ciencias Aplicadas (AS),Arquitetura (A), Engenharia Civil e Geociências (CEG),Engenharia Elétrica, Matemática e Ciências da Computação (EEMCS),Engenharia Industrial Design (IDE), Mecânica Marítima e Engenharia de Materiais (3mE), Políticas de Tecnologia e Gestão (TPM),.

Apesar de a Universidade só ter recebido seu nome atual em 1986, tem vindo a fornecer formação técnica por cerca de 165 anos.
Academia Real: 1842 - 1864Em 8 de janeiro de 1842, o rei Willem II fundou a "Academia Real para a formação de engenheiros civis, para servir tanto a nação e da indústria, e de aprendizes para o comércio". A Academia também educados funcionários públicos para as colônias e os oficiais das receitas do Índias Orientais Holandesas.

Escola Politécnica: 1864 - 1905Uma lei de 2 de maio de 1863, que institui normas sobre a educação técnica, bem como trazê-lo sob a influência das regras aplicáveis ao ensino secundário. Em seguida, no 20 de junho de 1864, um decreto foi emitido, ordenando que a Royal Academy em Delft ser dissolvida, a fim de abrir caminho para uma nova "Escola Politécnica. A Escola passou a educar arquitetos e engenheiros nas áreas de obras civis, construção naval, engenharia mecânica e de mineração.Instituto de Technoloy: 1905 - 1986Em 22 de maio de 1905, uma lei foi aprovada, reconhecendo o nível académico do ensino técnico da escola - tornou-se um "Technische Hogeschool 'ou um' Institute of Technology. Rainha Guilhermina estiveram na cerimônia do Instituto abertura oficial em 10 de julho de 1905. O primeiro Instituto Magnífico Reitor foi o professor de ir engenharia hidráulica. J. Kraus. O Instituto foi concedido direitos sociais por uma lei de 07 de junho de 1956.Delft University of Technology: 1986 - presenteEra uma lei que entrou em vigor em 01 de setembro de 1986, que transformou oficialmente o Instituto de Tecnologia em Delft University of Technology, também conhecido como 'TU Delft.
 fonte:
http://www.tudelft.nl/

Interaction Design Institute Ivrea


Interaction Ivrea, que abriu em Outubro de 2001, é uma associação sem fins lucrativos, apoiada por empresas privadas. Seus fundadores são patrocinadores da Telecom Italia e Olivetti, e agora faz parte da iniciativa Italia Progetto da Telecom Italia. Com sede em Milão, oferece um mestrado de dois anos do Programa de Design de Interação para participantes de todo o mundo com diploma universitário na área de desenho, arquitetura, comunicação, ciência da computação ou psicologia. A admissão é baseada em um processo de seleção rigorosa. Bolsas estão disponíveis para os admitidos.


A Associação Interaction Design Institute Ivrea  foi fundada em 16 de junho de 2000 pela Telecom Italia SpA e Olivetti, com sede em Ivrea (TO). Faz parte da Progetto Telecom Italia Italia.

Os membros da Associação contribuem para a consecução dos objetivos da Associação, promovendo ativamente a imagem da associação nos países e mercados em que atuam e nas comunidades científica e financeira dos seus próprios países, nomeadamente em matéria de capital de risco. Eles colaboram com os órgãos internos da Associação para atrair os estudantes mais brilhantes e inventivos. Eles permitem aos estudantes e pesquisadores conhecer as operações de suas empresas e ter acesso a seus laboratórios. Eles colaboram com o laboratório do Instituto em projetos de pesquisa e enviam seus próprios pesquisadores a ele. Eles também dão bolsas diretamente e particularmente à estudantes merecedores.

Sua missão é a realização de atividades direta ou indiretamente destinadas a desenvolver o conhecimento tecnológico e cultural, capacitações gerenciais e iniciativas empresariais.
O Instituto é um instituto de formação avançada e um centro de excelência internacional, caracterizada por uma forte orientação para a experimentação e abordagens multi-disciplinares. É aberto a estudantes e pesquisadores de qualquer lugar do mundo.

A Interaction Design Institute Ivrea Associação originou-se do desejo de mesclar a criatividade com os novos impulsos culturais provenientes de todo o mundo. É uma rede internacional em que as competências profissionais e empreendedorismo fundem-se para criar novos serviços de comunicação.
análises clínicas de Projetos e design.
Empresas que pretendam desenvolver um novo produto ou serviço que tem relevância específica para design de interação podem obter o apoio de equipes de trabalho orientados por professores e especialistas.
final anual de recolha de ano.
Cada ano as empresas e os parceiros financeiros são convidados a um encontro de dois dias com estudantes e pesquisadores. Isto dá-lhes a oportunidade de visitar o Instituto e tenham contato direto com alunos e professores.

Serviços especializados de investigação.
A Associação pode, a pedido, organizar reuniões sobre temas específicos, a pesquisa documental, eo planejamento e implementação de cursos de curta duração para pessoas externas sobre vários assuntos.


fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Interaction_Design_Institute_Ivrea
http://interactionivrea.org/en/about/theinstitute/association/index.asp